As inundações mortais que atingiram Rodes em 14 de outubro de 2026 levantam questões difíceis sobre risco, alerta público, ordenamento, turismo, infraestruturas e responsabilidade partilhada. O nosso artigo usa o Feng Shui apenas como linguagem filosófica para as relações entre pessoas, água, movimento e lugar — não como explicação científica da tempestade.
O que significaria “harmonia” numa comunidade exposta a cheias: preparação individual, melhor drenagem e alerta precoce, limites à construção, maior apoio social, ou tudo isso? Como podem tradições simbólicas incentivar atenção sem culpar as vítimas?
Leia o artigo: Inundações em Rodes e Feng Shui.